{A Rainha da Floresta, chama-me A cavar do escuro; {O Virgem de Fé segura-me, E mostra me a soma de minha Trabalha.}}
Minha Mãe Sagrada Divina Abre o Coração a este Amor; Construiu-me um Templo glorioso A entrar em meu Pai, acima.
Sigo Seu Filho, o Redentor, Corte as teias com Seu Poder; Jesus ilumina meu Ser, E toma me ao fim da Noite.
Entro o reino da Floresta, Encontro com a Rainha e o Rei; Organizam-me assim podem usar me No Mistério da Existência.
Tomam-me a profundidades do Oceano, Onde meu ciente nunca estava acordado; Abrem meus olhos de confusão, Sacudir o mundo de ilusão.
Tomam-me agora ao deserto, Além segurança que soube; Mostram-me onde Antigo reuniu No centro do círculo, só.
O Âmago ritual do Antigo, Guiado por magos obscuros; Toma-me embaixo de o óbvio, Passado conceitos compreensíveis.
Os números que não contam Um alfabeto não ABC; Visões que não testemunham Em capacidade de vista.
O Fôlego que entra é o Jura, O oitava de Ver seguia; O Fôlego exaloo Sagrado Prájnapáràmati move.
Os Seres que entram subéter, Não podem seguido por mente; Algo em mim baila com Eles, Aparece a ser da mesma Espécie.
Sigo meus irmãos e irmãs, Tomo meu lugar em sua linha; Mas Deus é meu Mestre poderoso, A Força de Seu Poder interminável.
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